Evelyn, hoje acordei fitando seus olhos.
Deitado neste barco, naufragado, pude vê-los acima de mim me velando.
Pendurados no firmamento, de um lado o Sol, do outro lado a Lua.
O mel que despontava do Leste empurrando preguiçosamente a esmeralda para o Oeste.
Fechei novamente meus olhos, tranquilo, sabendo que você me vigiava e peguei no sono.
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