sexta-feira, 25 de maio de 2012

Carta 013

...E naquela esquina, entre a Augusta e a Meia-Noite, com um copo de cerveja em mãos, debaixo do sereno e respirando o ar frio que é de costume naquela época do ano, eu indaguei uma questão que iria me perseguir por semanas, e para a qual ainda tenho dúvidas quanto a reposta: Em um período de uma única vida, quantas vezes morremos? E, mais do que isso: Quantas vezes um homem suporta morrer no espaço de uma só vida...?
...E eu? Quantas vezes já não morri, e quantas ainda hei de morrer? Quantas vezes mais suportarei ressuscitar?

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